quarta-feira, 30 de abril de 2014

"Há gajos viciados em drogas, eu sou viciado em passarinhas"

Isto podia ser uma qualquer frase proferida por esse ser que, diz ele, tratou das "bifas" com carinho chamado Zezé Camarinha,.. Podia, mas não é!

"Há gajos viciados em drogas, eu sou viciado em passarinhas" foi proferido por um jovem que carragava livros do 9º ano em plena estação de metro, enquanto dissertava com os amigos sobre a sua activa vida sexual.... E ou estou mesmo velha, ou no meu tempo não havia nada disto!!!

sábado, 19 de abril de 2014

Isto não é só ir ao baptizado!

Cresci a ouvir toda a gente dizer que se vai à madrinha até casar. Agora, e só porque tenho 30 anos, dizem-me que sou demasiado velha para andar a receber folares.
Meus amigos, entendam-se! É que eu preciso de um telemóvel novo (o que tenho agora tem 4 teclas que funcionam quando lhes apetece) e se os meus padrinhos quiserem patrocinar a nova aquisição eu não me farei de rogada

quinta-feira, 17 de abril de 2014

E agora? Sacrifica-se o Castro?

Nunca fui defensora do Paulo Fonseca, aliás desconfiei desde o início do homem e quem me conhece ou me lê há mais tempo sabe disso.
Já não é de agora que digo que o meu FêCêPê tem vindo a ser muito mal gerido e já aqui pedi a reforma do Pinto da Costa. Porque algo vai mal no reino do Dragão e o treinador não é o cerne da questão. Ou alguém acredita que o treinador tem algum poder ali dentro?  O plantel é mal gerido, não temos banco há um bom par de anos e se em épocas anteriores mesmo assim chegava para fazer frente aos rivais, este ano não chegou.
E que  ninguém me fale em arbitragens ou falta de sorte. Não ganhar um único jogo em casa na fase de grupos da Champions e consequentemente não passar à fase seguinte nessa prova é vergonhoso. Não ultrapassar o Sevilha e levar 4 dos espanhóis é humilhante, perder na Luz é degradante.. Não seria a Taça de Portugal que salvaria a época, mas com esta atitude meus amigos perderam e perderam bem. E escrevo isto com os olhos raiados de raiva. Já aqui o disse, percam jogos mas deixam tudo em campo, honrem a camisola que usam e JOGUEM à bola.

E aos dirigentes, aos que enchem os bolsos e descuram a equipa só me apraz dizer isto: Ide pr'o c#r#lho!!!!

terça-feira, 15 de abril de 2014

So what? I'm still a rock star

Ah e tal que hoje a estagiária paga o café!
E a estagiária chegou-se à frente pois claro e pagou o café à malta.
As conversas paralelas desenrolam-se até que convergem no assunto idades e vai-se a ver e a estagiária é mais velha do que eles. O choque, o horror e eu a rir-me à gargalhada.

domingo, 13 de abril de 2014

Testemunhas do Demo é o que é!

Aquele momento em que finalmente a fome vence a preguiça e me levanto do sofá.
Vou à cozinha e pego num iogurte líquido.
E  agito e agito e agito e agito.. Até que finalmente o abro mas tocam à campainha.
Pouso o iogurte e vou à porta.
Despacho as duas testemunhas de Jeová e volto à cozinha. Completamente distraída, pego no iogurte e volto a agitar espalhando o líquido pelas paredes da cozinha.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Podes ficar com as jóias, o carro e a casa...

Hoje sinto-me uma Ágata. A tristeza, o desespero e o medo são sentimentos que me invadem e se ela gritava desesperada para que não lhe tirassem a criança, eu sofro por dentro porque me tiraram a Liga Europa. Não ia ser fácil, a vantagem ganha no Dragão era curta, mas uma coisa é esperar dificuldades, aliás já estava preparada para um prolongamento, admito, outra bem diferente é não reconhecer a equipa nos primeiros 32 minutos.

Levem-me tudo na vida e o mais que consigam, percam jogos por quatro, cinco ou mesmo sete golos como os outros em Vigo, mas que percam a tentar dar a voltar, que percam a comer a relva se necessário for, que percam depois de ter dado tudo dentro de campo. Não podem é entrar em campo daquela forma, completamente apáticos e desconcentrados, totalmente permisssivos e receosos. Metam o pé à bola, corram, lutem, gritem, rematem.. JOGUEM!

Podem ficar com o resto, e dizer que eu não presto, mas não fiquem sem o orgulho. Tenham orgulho, um orgulho imenso, na camisola que envergam. Suem-na até não poderem mais, mas não desistam antes de o jogo começar.

É... Hoje sinto-me uma Ágata!

domingo, 6 de abril de 2014

Comer e calar?

Somos como somos e não como nos educam. Não me venham com merdas, a educação que me foi dada foi a mesma que a minha irmã recebeu e não temos nada a ver uma com a outra. E quando falo em educação refiro-me ao que nos é transmitido em casa pelos pais, as regras, os valores, os princípios de vida. E confesso que há dias em que me sinto adoptada porque não me revejo em muitas das coisas que a minha mãe e a minha irmã têm como fundamentais.

Por exemplo o respeito. A minha mãe diz que tem o direito de dizer o que bem lhe apetece porque é mãe e, como tal, eu é que lhe devo respeito a ela e não o contrário. Ou seja, eu, na qualidade de filha, tenho de ouvir e calar,seja em que circunstância for. Para mim o respeito não se impõe, isso é o medo, o respeito conquista-se e para se respeitar há que ser respeitado. Resultado: discussão da grossa! Eu não sou perfeita, muito longe disso, mas sempre respeitei as decisões e ideias da minha mãe, mesmo quando não concordo com muitas delas. Podia evitar discussões? Podia, se me calasse e se guardasse para mim as minhas opiniões.. Mas não consigo!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Era um buraquinho para eu me enfiar, faz favor!

Pimeira volta ao quarteirão e nenhum sítio vago para estacionar.
Segunda volta e o mesmo resultado.
Terceira volta e nada.
Ao fim da quinta volta, desisti e alarguei horizontes e fui procurar nas ruas mais abaixo. Nada.
Quando finalmente arranjo um lugar, estaciono e olho para o relógio. Atrasada. Saio do carro cheia de pressa, abro a porta de trás e tiro o casaco, sacudo os pêlos da cadela, tiro as tralhas todas e só depois reparo nuns sapatos de homem ali ao lado. Subo o olhar e lá estava ele, um quarentão muito bem apessoado a rir-se à gargalhada com as minhas cenas. Olho em volta e só depois reparo que o passeio é demasiado estreito e, por isso, com a porta do carro aberta e comigo ali especada a sacudir o casaco, o quarentão não passava. Sorrio cheia de vergonha, começo a empurrar a porta do carro para lhe dar espaço e ele surpreende-me com um "Eu tenho tempo, vista o casaco que está frio". E eu só pedia um buraquinho para me enfiar. A cena acabou comigo a pedir-lhe mais uma vez desculpa e sair disparada porque estava terrivelmente atrasada.