terça-feira, 30 de abril de 2013

Tirar a roupa na internet

Já toda a gente deve ter ouvido falar no sexagenário que, supostamente, se fazia passar pelo Mickael Carreira na internet... Eu, confesso, pensava que era tudo uma grande treta quando me contaram. Mas há uma coisa que não percebo: o senhor agiu mal ao fazer-se passar por outra pessoa, mas e elas? As gajas? Tirar a roupa para mostrar as mamas ao Mickael não é errado, mas mostrá-las ao velhote já é crime? O acto em si de tirar a roupa e mostrar o que quiserem  a quem quiserem não é escolha delas?

É que me faz confusão ver as "Júlias Pinheiros" deste país andarem aí a chamar o velho de tarado e  molestador, quando as gajas mostraram as mamas (ou mais coisas, eu sei lá) porque queriam ser as musas inspiradoras do Mickael.. Um facto que por si só que põe em causa a sanidade mental das criaturas!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Coisas estranhas do fim de semana

1. De sexta para sábado dormi mais de 14horas seguidas, o que me leva a concluir duas coisas: primeira, tenho a doença do sono e, segundo, tenho uma bexiga XXL porque nem para fazer um xixizinho acordei.

2. Vi dois cavalos a correrem desenfreados estrada fora, obrigando-me a encostar o meu carro junto à berma e rezar para que conseguissem distinguir o meu pequeno possante e desviarem-se. Juro que temi pela vida quando os vi a aproximar-se sem abrandarem e a ziguezaguear pela estrada.

3. "Ei ó C. o Jakson é mesmo preto!!" Comentário do meu primito ao ver a equipa do FCP entrar em campo para o aquecimento. O puto nem queria acreditar quando tocou em quase todos os jogadores, mas até os seguranças se riram quando ele se saiu com esta do preto.. Nada racista, portanto!

4. Fazer um picnic é muito bonito, mas é quando está calor. Quando está uma ventania de meter medo e um frio de fazer gelar os pêlos dos braços, mais valia ficar em casa!  Mas comida não faltava... Cinco pessoas, cada uma encarregue de levar certas e determinadas coisas para não faltar nada e quase que podíamos alimentar África. Rissóis de camarão, carne, mistos, atum e de bacalhau, panadinhos, bola de bacalhau, batatas fritas, salmão fumado, croissants com queijo e com fiambre, ovos cozidos (que alguém disse que tinha de haver num picnic à seria), queijo amanteigado, brownies, fruta, pão e bebidas.
Podíamos ter matado a fome a muita gente, mas em vez disso comemos como se não houvesse amanhã e nem assim o frio nos deixou o corpo.

Ainda bem que esta semana há um feriado.. eu preciso de descansar do fim de semana!!!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

La crème de la crème

No metro não se fala de outra coisa: BB Vip ou famosos ou lá como se chama!
É difícil concentrar-me na leitura quando ouço coisas como "a boa da brasileira" ou "aquela vacória" ou ainda "aquele que as come a todas" de dois em dois segundos. Como não vi nada do Big Brother, não fazia ideia a quem se estavam a referir por isso hoje fui ver o site da tvi (e merecia levar duas chapadas por isso, eu sei! Batam-me!!!) para ver quem eram as figuras.
E que figuras meu deus!!!! Aquilo é que são os famosos de Portugal? Não havia nada melhor, a sério? Não que eu seja uma entendida nestas lides de fama e afins, mas famoso para mim implica ser conhecido pelas massas.. E lá gente que eu nunca vi mais gorda!!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Algemas

Ouve-se alguém falar ao telemóvel. Aumento o volume da música para não me distrair. Pela brechas dos estores, vejo que alguém anda de um lado para o outro mesmo à minha frente. Quando olho com atenção, um rabo bem feito com umas algemas salta à vista. É um polícia.

E depois querem que me concentre em quê mesmo?

terça-feira, 23 de abril de 2013

Raio de mundo este!

Ontem fui dar sangue ao IPO - Porto. Depois de ter lá ido algumas vezes quando o meu pai lá esteve internado, rezei para que o centro de dadores fosse o mais longe possível do internamento das crianças porque partia-se-me o coração sempre que por lá passava!
Felizmente, ficava noutro prédio e a minha boa acção correu bem, sem nada que me perturbasse ( o pré-desmaio da minha amiga que também queria dar sangue e não conseguiu fez-me rir confesso lol).
Depois do sangue, quis fazer a inscrição para doar medula. Rumo ao Hospital S. João, lá fomos nós descobrir o Centro de Histocompatibilidade do Norte. No percurso, uma ambulância pára no serviço de consultas externas. O bombeiro sai, abre a porta e ajuda uma mãe a levar uma criança para o interior do hospital. Naquele momento, naqueles segundos em que o meu olhar se cruzou com o da menina, senti um turbilhão de coisas cá dentro: raiva por não poder fazer nada por aquela menina que mal se conseguia mexer, tristeza porque aquela menina devia caminhar, saltar e correr de alegria e não ser carregada pela mãe, pânico por não saber se algum dia terei uma filha doente e uma vergonha enorme por ter rezado para não ver crianças no IPO. Quando ela sorriu para mim, um sorriso muito débil, sorri de volta, no meu melhor sorriso porque naquele momento era tudo o que lhe podia dar. No instante a seguir, os meus olhos encheram-se se lágrimas. Quando me tiravam sangue para doar medula só pensava naquela menina.. Um dia talvez possa fazer mais do que sorri de volta.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Descrença

A minha fé nos homens sempre foi muito ténue. Tinha cinco anos quando disse à minha prima que não casasse porque os maridos batem nas mulheres. Ela riu-se e disse que contava comigo para não deixar que isso acontecesse. E eu, armada em adulta, fui ter com o futuro marido e, do alto da minha sabedoria, disse-lhe que tinha de tratar a minha prima sempre muito bem.Tinha o exemplo em casa de como um casamento não devia ser e desde pequena que não acredito que casar faça a diferença. Acredito nas pessoas, na relação que constroem a cada dia que passa, nos pequenos e grandes gestos que moldam e consolidam essa relação, nos momentos bons e nos menos bons que enfrentam juntos ao longo do tempo e na amizade, na confiança e na cumplicidade que vão crescendo a cada dia.

De maneiras que, com as relações ou "quase-relações" que tenho tido, a minha fé nos homens tem vindo a crescer tanto como a economia no nosso país..  E já não bastava o que me aconteceu (que relatei aqui) na minha última (pseudo) relação, agora tinha de aparecer um ser, chamemos-lhe assim, do mesmo género à minha melhor amiga. Foi esse ser que deu origem ao post anterior e eu, que vivo tudo de muito perto, não me consigo distanciar e ando puta da vida com isto. Debaixo de que pedra é que andam os homens decentes, os homens com "h" grande?

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Ó gente sábia e inteligente...

... vós que sabeis destas coisas de relacionamentos entre gajas e gajos, explicai-me:
1) o que quer um gajo dizer com "tecnicamente não namoro";
2) o que quer um gajo dizer com "é uma história complicada e tenho obrigações"!

Há explicações que não envolvam insultos?

terça-feira, 16 de abril de 2013

What goes around comes around

Uma das piores cenas que fiz em transportes públicos foi adormecer encostada à pessoa que ia ao meu lado no autocarro, sem a conhecer de lado nenhum. Ia passar o fim de semana a casa, na altura da faculdade, e já não havia lugares do lado do vidro, pelo que tive de me sentar do lado de fora. Juro que tentei não adormecer e não sei como fiz aquilo, mas o certo é que fiz do ombro do senhor que ia ao meu lado uma confortável almofada e só acordei quando ele me tocou na mão ao mesmo tempo que dizia "oh menina acorde", num tom de voz muito carinhoso. O mais engraçado é que o senhor até me pediu desculpa por ter de me acordar. Eu, mais vermelha do que um tomate, pedi desculpa por toda a situação e o senhor lá foi à sua vidinha.

Hoje de manhã, em pleno metro este feitiço virou-se contra o feiticeiro. Eu ia no lugar perto da janela, de olhinhos fechados e a curtir a minha música, quando sinto a senhora a encostar-se cada vez mais até que a cabeça dela lá se inteirou das medidas do meu ombro. Vim grande parte do caminho a servir de almofada, até que a senhora acordou e se fartou de me pedir desculpa.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Clubite Aguda

(Sábado à tarde)

Eu: Não acho nada bem o restaurante do teu primo não ter televisão.
Ela: Por causa do jogo? Tás a gozar não tás?
Eu: Não, quero mesmo ver o jogo mas deixa lá.. Eu ouço o relato.
Ela: O jantar é para estarmos todos juntos, para conversarmos e tu dizes-me que vais estar a ouvir o relato?
Eu: Hey! Sou multifacetada, consigo estar em sociedade e a ouvir o relato ao mesmo tempo.
Ela: Tu não és normal!! E se tivesses um encontro com um gajo? Ias obriga-lo a ver o jogo também?
Eu: Como não tenho encontros com gajos essa questão nem se coloca...
Ela: Mas imagina que marcavas um jantar com um gajo lindo de morrer e o Porto jogava.. Como é que fazias?
Eu: Jantávamos num restaurante com televisão e problema resolvido.
Ela: E se ele não gostasse de futebol?
Eu: Tinha de perceber a minha pancada.. Da mesma forma que eu iria perceber a pancada que ele tivesse por outra coisa qualquer.

A História aplicada ao sexo (ou à falta dele)

Três mulheres. Muita conversa. Muitas gargalhadas. E muitas lamentações.
Se uma lamentava a relação ter acabado há pouco tempo, a outra lamentava não ter uma relação há demasiado tempo e a outra lamentava não conhecer ninguém que 'mexesse' com ela. Se uma se queixava da falta de amor, a outra queixava-se da falta de sexo e a outra da falta de "ambos os dois".

Até que se conclui: "Isto é uma guerra. Temos de dar uso às nossas armas e às nossas trincheiras. Eu sou a primeira guerra mundial, tu és a segunda e como ainda não houve uma terceira.. Olha és a Guerra do Iraque!"

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O mistério dos morangos desaparecidos

Lavei os morangos e coloquei-os dentro do belo "tamparuere" para trazer de sobremesa. Os morangos que sobraram, quatro ou cinco, ficaram em cima da mesa, enquanto fui pôr o "tamparuere" dentro do saco para não me esquecer. Quando voltei já lá não estava morango nenhum. Espreitei para de baixo da mesa, não fossem ter caído, mas nada. No chão não havia rasto de morango nenhum por isso não os tinha pisado.

Chamo pela cadela e nada. Mexo na caixa dos biscoitos dela, o que normalmente a faz largar tudo e vir a correr desenfreadamente, e nada. Tive a certeza que ela tinha culpa no desaparecimento dos morangos.
Vou ver na caminha dela, no pátio, nas escadas.. Nada!

Vou ao quarto ver as horas e tcharan!!! Dona Bianca em cima da cama, a lamber as patas exaustivamente e uma mancha vermelha no edredon. Mistério resolvido!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Estacionamentos difíceis

Não gosto de faltas de respeito. E faltas de respeito em parques de estacionamento deixam-me o estômago às voltas. É pedir muito que estacionem os possantes dentro das linhas? O parque do metro não prima pelo espaço, não senhora. Os lugares foram medidos ao milímetro e carros largos cabem nos limites mas já é preciso ter cuidado ao abrir as portas. Já carros pequenos, como o meu pequeno possante com póneis, cabe em qualquer lugar, desde que abéculas como as de hoje não se lembrem de estacionar no meio (que é onde está a virtude) de dois lugares porque está a chover e o importante é ter espaço para abrir bem a porta e abrir o guarda-chuva antes de tirar o cu do interior do carro, um yaris que cabia perfeitamente num lugar. Já há poucos lugares vagos e a esta hora vem muita gente? Que se preocupe com isso quem chegar depois... Que nervos de gente!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Gin tónico

Há sempre uma primeira vez para tudo.
Ontem foi a minha primeira vez no que ao gin tónico diz respeito.  Gostei, oh se gostei.
Bebi um "Tom Collins", isto dito pelo barman que preparou os gins porque para mim era gin com casquinha de limão. Nota-se que eu sou uma entendida nestas coisas certo?

terça-feira, 9 de abril de 2013

Sobre o Japão

Eu: Então e a viagem correu bem?
Ele: O Japão é top ! Mas as gajas são todas feias mesmo, todas tortas.
Eu: Não estarás a exagerar?
Ele: a serio, sao feias como os trovoes, joelhos metidos para dentro...
Eu: LOL a melhor descrição de todos os tempos!!! Já nao lhes bastava os olhos.. até os joelhos sao estranhos
Ele:  Sério, batem um no outro, até estalam, depois arrastam os pés, coitadas das mocitas... Bonitas e esbeltas, agora sei que só nos filmes!
Eu: Ou seja, vao todos enganadinhos...
Ele: De mamas saiem ao pai! de cara saem ao cão, nao duvides, enganam bem!


Spam

Os senhores do spam devem ter-se apercebido que os e-mails sobre "penis enlargement" não me diziam nada. Como é que eles sabem que não há homens na minha vida? Isso já não sei.. Mistérios do spam...

Mas agora decidiram que eu quero emagrecer, de maneiras que mandam e-mails com o método da Angelina Jolie, da Jessica Alba e até da Jennifer Anniston para o efeito. Meus senhores precisam de estar mais atentos sim? Ainda ontem reforcei o meu stock de chocolates com chocolatinhos suíços..


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Color Run

Eu gostei tanto, mas tanto daquilo que às tantas ainda me inscrevo na de Braga! Muita cor, muitas gargalhadas, muitas coisas parvas e um dia bem passado sem dúvida!
E rebolei e caminhei mas correr na verdadeira acepção da palavra é que não! Quer dizer, corri uns metros atrás de um grupo de corredores. Um dos elementos do grupo deixou cair as chaves do carro e eu, como boa pessoa que sou, lá corri uns metros atrás deles a berrar "oh tu das calças vermelhas". Até que os alcancei e lhes entreguei as chaves! O meu lugarzinho no céu está, pois, garantido!
Excepto esta situação, o mais próximo de correr foi a marcha! A Susana Feitor deve ter  ancas muito flexíveis porque uns minutos a fazer marcha e ficamos com as ancas a ganir. Mas deu para rir!!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Run Forrest Run

Pois que hoje está um solinho bom e um céu azul bonito, mas para domingo há previsões de chuva. Num domingo normal isto não me afectava minimamente porque tiro o dia para o belo do dolce fare niente, mas este domingo é a Color Run em Matosinhos, que já foi adiada uma vez por causa do belíssimo tempo invernosos que se fazia sentir. De maneiras que não estou a ver a organização a adiar o evento pela segunda vez e também não me apetece correr, caminha ou rebolar, é o que a organização diz que podemos fazer, e apanhar com chuva. A ideia é a tinta ficar na roupa e não sair logo com a chuva.
As aulas de hidroginástica não me preparam para correr 5km, de modos que posso caminhar ou rebolar ou dançar o gangnam style se for preciso, mas não me estou a imaginar correr 5km sem perder um pulmão e eu prezo muito os meus pulmões porque quando era pequena tinha bronquite asmática e eles agora têm andado sem maleitas. Let's keep them that way!

Desabafo (enorme diga-se)

Quando comecei a falar com ele estava longe de imaginar o que iria acontecer. Tínhamos amigos em comum, mas nunca nos tínhamos cruzado e a empatia era tanta que, e isto pode parecer muito cliché, sentia que o conhecia há muito tempo. Não foi preciso nenhum amigo apresentar-nos. Mal nos vimos cumprimentámo-nos como se já fosse habitual e nessa noite despedimo-nos com um abraço apertado e demorado. Agora, à distância de um par de anos, apercebo-me que desde a primeira noite que as nossas despedidas eram demoradas e sempre com um abraço. "A melhor sensação do mundo" dizíamos muitas vezes em uníssono.
Não passou muito tempo até falarmos todos os dias, era como que uma necessidade, como se o dia não começasse a sério até falarmos um com o outro. Os lanches na tarde de sábado começaram a prolongar-se para jantares, os jantares acabavam num bar, a noite acabava num qualquer miradouro a ver o sol nascer. Começamos a contar as horas que passávamos juntos, armados em adolescentes. Quatro, seis, doze, dezasseis horas passavam a voar e prometemos um ao outro, mais do que uma vez, que acontecesse o que acontecesse que nunca iríamos deixar que nada estragasse a nossa amizade. Passaram meses até ao primeiro beijo e fiz os 54km de distância até casa com um sorriso parvo estampado nesta cara. No encontro a seguir, o primeiro 'baque': estava a dar um tempo com a namorada, queria acabar tudo mas era uma relação de muitos anos e "ela não está bem e ameaça atentar matar-se".
Agora, à distância mais uma vez, sei que devia ter-lhe dito para resolver tudo com ela antes de nos envolvermos mais, mas na altura  não consegui. Ainda tentei manter as coisas como estavam, mas não resisti, fui uma fraca. Continuamos a passar cada vez mais tempo juntos, a envolver-nos cada vez mais, a precisar um do outro cada vez mais. O primeiro fim de semana fora aconteceu no princípio do Verão. Em Setembro disse-me que não aguentava a pressão, que os pais dele e os pais dela queriam que ele voltasse para ela porque tantos anos de relação não podiam acabar assim, até porque havia o apartamento para pagar e que era dos dois e ela tinha tanto direito de morar lá como ele. Afinal já moravam juntos e quando se chatearam ela tinha ido para casa dos pais, soube-o nessa altura. Disse-me que precisava de pensar na vida e que ia passar a semana de férias que ainda tinha para longe, sozinho para pensar na vida. Em Outubro disse-me que tinha tido uma conversa séria com ela e que ela iria voltar a viver no apartamento, mas que seriam apenas duas pessoas a partilha casa. Mais uma oportunidade para eu me afastar como qualquer pessoa normal faria, mas não. Quis manter a promessa de que acontecesse o que acontecesse nunca iríamos estragar a nossa amizade.
Continuava a sair comigo e com as minhas amigas e continuávamos a falar todos os dias. Na passagem de ano, disse-me que ia ser pai, que não era a melhor altura para isso acontecer, mas que não podia fazer nada.
Em Janeiro o meu pai morreu. Sentia-me sozinha e precisava das pessoas que me faziam bem perto de mim.
Em Fevereiro, o meu FCP jogava em Braga e convidou-me para o jogo. Fomos os três: eu e o casal. Não vi nela nada da pessoa mal formada e desequilibrada que ele tinha descrito. E vim o caminha todo até casa a pensar que eu devia estar maluca quando pensei que conseguia ser amiga dela como era amiga das namoradas dos meus amigos. Em Março ele deixou de falar comigo, sem me explicar porquê, sem me dar uma única justificação. Cortou relações comigo pura e simplesmente.Voltamos a falar no fim do ano, mas já não era como antes e isso magoava-me.

Isto aconteceu em 2010 e 2011. Em 2012 descobri que a tal semana de férias sozinho, afinal foi passada com ela. As fotos publicadas no facebook dois anos depois, mostram um casal feliz e aí caiu-me a ficha: eu tinha sido a outra! Fiquei com raiva, principalmente de mim mesma: durante aquele tempo todo acreditei que ele tinha voltado para ela porque era um fraco, que tinha cedido à pressão da família e não tinha tomates para virar costas a tudo e ficar comigo. Mas não, ele tinha tido de mim exactamente o que queria: um caso!

Quando o chamei de mentiroso, disse que não valia a pena falar do assunto porque já se tinha passado muito tempo. Bloqueou-me do facebook e escreveu um post a dizer que há pessoas pelas quais não vale a pena lutar. Disse à minha melhor amiga que nunca me fez mal nenhum e que eu nunca me preocupei com ele e que se me dizia tão amiga dele devia ter-me preocupado em conhecer o filho dele. Isto quando eu lhe ligava e ele não atendia, quando lhe mandava sms e ele não respondia, quando falava com ele no chat do facebook e ele não me respondia.
A partir daqui sim, tomei a atitude correcta: afastar-me completamente. Quando viu que não tinha feito nada, que não tinha mandado sms ou implorado para voltar a falar comigo, enviou-me um pedido de amizade outra vez. Não aceitei. Não sei nada dele e de há uns tempos para cá sinto-me bem comigo mesma. O amor, a amizade e o respeito não se forçam e eu ganhei tudo isto por mim mesma. Custou mas foi!


(só vi agora no tamanho deste desabafo. Ufa!!) 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

É desta!

Comprei um verniz "cascos de cavalo".
Assim, espera-se que num futuro muito próximo tenha umas unhas resistentes (sem partir/lascar/escamar) ou então comece a relinchar e a olhar para palha com outros olhos!

Toda eu sou sensível

Sou de lágrima fácil e muito dificilmente me consigo controlar quando as lágrimas teimam em invadir-me os olhos. E quando a primeira cai, então as outras sucedem-se com muito mais facilidade.
Ontem revi o filme Sweet November (naquele canal que o Governo quer fechar mas que é a única alternativa às novelas que invadem os canais em sinal aberto, uma tal de RTP2) e, tal como todas as outras  vezes que o vi, chorei! Aquilo mexe comigo... E eu ando carente por isso não me critiquem por chorar com um filme sim?

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Fodasse lá para o S. Pedro!!

Saint Peter, ma men!!!
Tu, e permite-me que te trate por tu, regula-me esse termostato que andas completamente avariado dessas ideias! Não sei que tipo de relação é que tens com o Hugo das Chaves, mas a verdade é que desde que ele passou por aí (tenho as minhas dúvidas quanto à sua permanência por esses lados) que isto anda tudo fodido. Sim leste bem: FO-DI-DO! Achas normal que ontem de manhã chovesse, obrigando-me a trazer o guarda-chuva, e depois fizesse um sol radiante ao fim da tarde, fazendo com  que me esquecesse completamente do dito cujo no meu local de trabalho?  A coisa até teria corrido bem se hoje de manhã não te lembrasses de mandar chuva da grossa. Como o filho da puta do guarda-chuva estava no escritório, tive de apanhar a chuvinha toda pela cabeça abaixo! Quem é que vai pagar a conta do hospital se ficar doente? És tu? Bem me queria parecer que não.. Põe-te fino!!! De certeza que há-de haver algum técnico de ar condicionado por aí.. Mete-o a trabalhar umas horas e regula essa merda!

terça-feira, 2 de abril de 2013

E fazer isto com vodka não?

Vi esta oportunidade de emprego!
Acho que vale tudo a pena sim senhora, mas não gosto de cerveja! Só aquele cheiro... bahhh!!
Era fazerem isto para uma marca de vodka e eu candidatava-me...

Dolce fare niente

Estive quatro dias de papinho para o ar.. maravilha!
Ele era dormir até mais tarde, ele era ir às compras com a sobrinha 'mailinda' do mundo, ele era refastelar-me no sofá com  a bela da mantinha e com a cadela 'mailinda' do mundo ao meu lado e tudo isto feito com muita calma que o corpo e a mente precisavam de descanso. Quem não teve descanso foi a boca... Vá comer ao monte!!! Mas um jantar de aniversário com uns camarões divinais e um fondue de chocolate do outro mundo e um almoço de Páscoa em família, onde aos olhos da minha avó somos todos magrinhos e temos de comer para 'dar gente'.. Empanturrei-me, admito!!
E agora, de volta à rotina!!